As vezes fico com medo das coisas que escrevo. Vai que alguém descobre que tenho o blog e resolve ler. Por isso tirei a foto. Qualquer coisa eu falo... "é coincidência, não sou eu não.".
Sem falar que vou morrer de vergonha se o cara descobrir que eu tive um sonho erótico com ele. Para piorar o homem é casado, daí já viram né? Ainda vão achar que eu adoro homem casado. E não gosto não. Não mesmo. Tem muito homem por aí, para eu ficar de sacanagem com homem casado.
O tal homem que trabalhou lá... o tal do pênis bonito, bem, ele era casado. Pois é minha gente. Eu já fui a outra e me fudi bonito com essa história. A bomba estourou. Eu achei que ia ficar ali na minha, na encolha. Mas o negócio explodiu e até a gerente veio falar comigo. Não sabia onde meter a cara. Me senti no jardim de infância tomando esporro da professora.
E daí quando a gente se afastou eu ouvi isso de uma menina lá. A Márcia. A outra Márcia. Ela me perguntou... "tá de caso com o Carlos André?"... eu olhei para a cara dela... e falei "ah?". Gente, eu e Carlos André nunca tivemos nada. Ele era meu amigo de trabalho. A gente fazia sempre dupla quando o trabalho tinha que ser de dupla. E daí, como ele também fumava, a gente ía fumar junto. É óbvio. Já que a gente trabalhava junto então a gente parava junto também para fumar. Daí um não tinha que ficar esperando o outro.
Aí ela emendou ... "tu gosta de homem casado mesmo!". Que ódio. Eu fiquei tão chocada com a pergunta e com a brilhante dedução que só me restou fazer aquela cara de "ó céus, eu não mereço".
Pior do que isso só mesmo o dia que ela espalhou que eu estava dando em cima de todos os homens do trabalho. Que agora que eu tinha terminado com o Ronaldo, eu tava doida e vivia chamando os homens para ir na minha casa quando meu filho não estava. Gente. Sabem de onde ela tirou isso? Eu tinha um casal de hamster. Quem tem sabe que é um filhote atrás do outro. E eu não crio hamster. O que eu ia fazer com tanto rato? Dar é claro. Só que meu filho não queria dar os filhotes de jeito nenhum. Ainda era bem pequeno e chorava e se descabelava todo.
Daí o Diogo, que trabalhava lá na época e foi um dos que ganhou filhote de hamster, veio aqui em casa pegar o dele. Só que no dia que a gente combinou, ele me falou... "Lu, amanhã eu vou ter que vir trabalhar, daí venho de carro, trago a gaiola e na volta passo lá na sua casa.". Eu respondi... "blz, amanhã é perfeito porque dan não vai estar em casa.". Gente, o que eu falei é que já que meu filho estava dando piti, seria um dia perfeito, pois daí quando ele chegasse em casa nem ia notar que o filhote não estava mais lá.
E isso virou o espetáculo na empresa. Virei piranha. Já tinha tido um caso com homem casado, já estava de caso de novo com outro homem casado e não satisfeita vivia chamando os demais para vir aqui em casa quando meu filho não estava. Só uma palavra para resumir isso. ÓDIO.
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